ÁTOMOS À GRANNEL


ÁTOMOS À GRANEL
O CENÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE NANOTECNOLOGIA

Primeiramente, nada existe:
 em segundo lugar: mesmo que exista alguma coisa,
 o homem não a pode apreender;
em terceiro lugar, mesmo que ela possa ser apreendida,
 não pode ser formulada e aplicada aos outros.

Górgias


Misael Santos*


RESUMO: Este artigo esclarece pontos relevantes do mercado de produtos de nanotecnologia, com uma breve análise de seus conceitos clássicos, do que o Brasil tem feito oficialmente nesse setor, observando o mercado global e o mercado nacional, fazendo uma inter-relação entre eles, para enfim apontar algumas direções que possa contribuir com o avanço nanotecnológico brasileiro.

PALAVRAS CHAVES: Nanotecnologia. Mercado. Global. Brasileiro. Perspectivas.

ABSTRACT:This article clarifies matters relevant product market for nanotechnology, with a brief analysis of its classical concepts of what Brazil has officially made is this sector, nothing the global market and national market, by making an inter-relation between them, to finally point out some directions can contribute to advancing nanotechnology in Brazil.

KEYWORDS: Nanotechnology. Market. Global. Brazilian. Perspectives






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* Graduando da Universidade Federal da Bahia, discente do Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos, aluno do Profª. Drª. Mariela Pitombo no componente curricular HACB 38 – Oficina de Textos em Humanidades.
1 INTRODUÇÃO


            O jargão mais conhecido na seara da nanotecnologia - há mais espaços lá embaixo, proferido por Richard Feynman em 1959 no Calltech nos Estados Unidos, não compreende “espaços” apenas como espaço físico, pode-se estender a outros campos do conhecimento científico, bem como da sociedade. Um desses espaços é a economia, mais precisamente, o mercado, que pode ser concebido a partir das relações entre produção/distribuição e consumo, ou ainda entre fornecedores e consumidores.
            O objeto de estudo tratado nas linhas que se seguem, vem a ser justamente a nanotecnologia sob uma perspectiva mercadológica, em outras palavras, a manipulação da matéria a níveis atômicos e moleculares a ponto de serem produzidos em larga escala com o objetivo de serem consumidos por toda a sociedade com o olhar voltado para o seguinte problema: qual é a relevância do mercado nanotecnológico brasileiro no mercado global de nanotecnologia?
            Há alguns trabalhos que tratam desse assunto apenas no que tange às pesquisas e inovações, porém sem explorar o viés da economia, ou seja, o quanto se investe, o quanto circula, uma vez que, estamos inseridos no modo de produção capitalista, onde é impossível que algo tenha sucesso sem ter lucro. Refere-se aqui a casa das centenas de milhões de dólares aos trilhões. Alguns desses trabalhos serviram de apoio a este texto principalmente os escritos pelo professor Henrique Toma (2005), pelo professor Esper Cavalheiro (2007) e pelos professores Maria Fernandes e Carlos Filgueiras (2007), Marcelo Knobel (2005), entre outros.
            Também serviu de suporte alguns documentos e pesquisas realizadas por órgãos oficiais e entidades como a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI e a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro – FIRJAN, bem como pelo Instituto de Economia da UFRJ e o Instituto de Economia da UNICAMP.
            A escolha desse tema é justificada pelo fato de vivenciarmos no Brasil um momento de crescimento econômico refletido em todas as áreas, portanto as tecnologias de ponta não podem ficar a parte, necessitando de estímulos através de pesquisas científicas principalmente nas áreas de nanociências e nanotecnologias.
            Ora, através da leitura de textos acadêmicos e consultas a documentos e pesquisas desenvolvidas pelos órgãos supracitados, compreende-se que é possível alcançar um olhar em termos econômicos da nanotecnologia brasileira e sua relação com o mercado mundial, afim de que venham existir medidas e iniciativas por parte da academia que promovam na sociedade um maior interesse em investimentos significativos em estudos, pesquisas e extensões e, com isso, atingir um alto grau de desenvolvimento.


2 CONCEITUANDO


Entende-se por nanotecnologia o conjunto de conhecimentos que envolvem várias ciências         como a química, física, biologia, diversas engenharias e farmácia, sendo que a química é que possui uma ligação indissociável com a nanotecnologia, uma vez que esta manipula, produz e monta a nível atômico e molecular. Também é importante saber diferenciar a nanociência da nanotecnologia, que Fernandes explica assim:

Nanociência é o ‘estudo dos fenômenos e a manipulação de materiais nas escalas atômica, molecular e macromolecular, onde as propriedades diferem significativamente daquelas em uma escala maior’ enquanto nanotecnologia são ‘o design, a caracterização, a produção e a aplicação de estruturas, dispositivos e sistemas controlando forma e tamanho na escala nanométrica.’ (FERNANDES, 2008)

            Não podemos negar a importância do físico americano Richard Feynman para a construção do universo nanotecnológico, considerado pela comunidade científica como o pai da nanotecnologia, por ter sido o pioneiro a utilizar termos e jargões que se referiam à escala nanométrica. Contudo as suas idéias precursoras se limitavam apenas a diminuição do tamanho, mas a nanotecnologia abraça a exploração dos fenômenos e das propriedades que a matéria apresenta na nanoescala, que são diferentes da escala convencional.
Figura 01 – Átomos de Carbono
            É importante salientar que a nanotecnologia, juntamente com outros grandes domínios da ciência, vem constituindo na mais nova convergência entre a ciência e a tecnologia. Além da Nanotecnologia temos a Biotecnologia, as Tecnologias da informação e da comunicação e as Ciências Cognitivas, também chamada de Neurociência. Todos esses campos vem se desenvolvendo rapidamente nas últimas décadas. Diante do exposto, Esper A. Cavalheiro assim define a Nanotecnologia: “pode-se considerar a nanotecnologia como aquela cuja contribuição permite e facilita a interação entre os organismos vivos e dispositivos desenhados pelo ser humano.” (CAVALHEIRO, 2007).
            O termo Nanotecnologia veio a ser criado em 1974 pelo japonês Norio Taniguchi, e a sua popularização se deu em 1980 através de Eric Drexler, do Foresight Institute ao se referir a construção de máquinas em escala molecular.
           
Figura 02 – Novas convergências da ciência e da tecnologia


3 ASPECTOS BRASILEIROS


O Brasil, somente veio ter iniciativas concretas na área a partir do final do ano 2000, através do Ministério de Ciência e Tecnologia, que em 2001 lançou o primeiro edital específico que formou Quatro Redes Cooperativas de Pesquisa, a saber: Materiais Nanoestruturados; Nanotecnologia Molecular e de Interfaces, Nanobiotecnologia e Nanodispositivos Semicondutores e Materiais Nanoestruturados.
O governo federal, por intermédio do Plano Plurianual (PPA) 2000-2003, previa uma ação na área; no PPA 2004-2007 a nanotecnologia brasileira ganhou um programa, o Programa 1110 – Desenvolvimento da Nanociência e da Nanotecnologia; em 2005 o programa foi ampliado se transformando no Programa 1388 – Ciência, Tecnologia e Inovação para a Política Industrial Tecnológica e de Comércio Exterior; ainda em 2005 surgiu o Programa Nacional de Nanotecnologia.
É bom saber que antes do prefixo nano ser usado, já existia no Brasil instrumentos capazes de estudar a matéria a nível atômico e molecular, por esse motivo a nanotecnologia brasileira não teve tantas dificuldades em se desenvolver, contudo foi o programa americano¹ que chamou a atenção do mundo inteiro.
Há uma discussão a respeito da nanotecnologia brasileira quanto a sua trajetória, se é evolucionária ou revolucionária, sendo que em todo mundo tem prevalecido a evolução das linhas de pesquisas em detrimento da aplicação das tecnologias de resultados. Muitos até acreditam que a inovação nanotenológica no Brasil vai mal em comparação com o potencial que o país tem demonstrado.
Para se ter uma idéia a comunidade científica brasileira dedicada a nanotecnologia é composta por cerca de três mil indivíduos, que ocupa o primeiro lugar em toda a América Latina. Entre 1994 e 2004 o Brasil produziu 1066 trabalhos científicos, o que faz com que o país possua uma taxa de crescimento mais acelerada que os Estados Unidos, Japão e China. Apesar disso, muitos estudiosos sobre o tema são pessimistas e afirmam que o Brasil está muito atrasado no desenvolvimento tecnológico, mesmo tendo investido cerca de 140 milhões de reais entre 2001 e 2006 pelo governo federal.
Ora, com a noção do que tem ocorrido em termos de pesquisa científica, iniciativa do governo e pesquisas de indústrias partiremos a seguir para a compreensão do que vem acontecendo no mundo e no Brasil quanto ao produto final. O que temos produzido? O quanto temos produzido? Não temos a pretensão de fazer uma análise do mercado nanotecnológico, mas sim de enxergar o seu conjunto de elementos e sua estreita ligação com a pesquisa e com a universidade que por sua vez vai refletir no avanço dessa seara no Brasil.
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¹ Os EUA investiu inicialmente na ordem de centenas de milhões em nanotecnologia, passando a investir na ordem de bilhões de dólares principalmente através do setor militar.

4 O MERCADO GLOBAL


            O primeiro passo para se compreender o mercado de nanotecnologia é concebê-lo como uma cadeia de valor que vai desde os nanomateriais, passando por nanointermédiários até as nanoaplicações, segundo a Lux Research². Depois temos que entender que nem toda nanotecnologia é uma nova tecnologia, muitos produtos nanotecnológicos já estão no mercado, antes de existir o prefixo nano. Por fim, muitos produtos que incorporam nanotecnologias passarão a commodities com margens de lucro reduzidas rapidamente.
            Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial o mercado total de produtos que incorporam nanotecnologias atingiu em 2007 US$ 135 bilhões, devendo alcançar US$ 693 bilhões em 2012 e cerca de US$ 2,95 trilhões em 2015         .
Segundo um estudo da Científica Ltda. publicado em 2008 esse mercado global foi subdividido em setores, sendo que 53% do total é ocupado pelo setor químico, em seguida vem os semicondutores com 34%, eletrônicos com 7%, defesa e aeronáutico com 3%, farmacêuticos e saúde com 2% e o setor automotivo com 1%.
Retomando o conceito de convergência entre a ciência e a tecnologia, a Figura 03 expressa sinteticamente o fluxo de aplicações nanotecnológicas em diversos segmentos produtivos do mercado global.
Esse mesmo mercado em 2012 terá uma nova configuração, assim subdividido por setor de atividade: semicondutores com 51%, farmacêuticos e saúde com 18%, produtos químicos 13%, eletrônicos 8%, defesa e aeronáutico 5%, conglomerados 2%, automotivo 2% e alimentícios 1%.
Há outras classificações de setores que tem aplicação nanotecnológica onde se encontram a energia, iluminação, embalagens, cosméticos, tecidos, fármacos, esportes e autos. Em sua essência, os setores são os mais diversos interligados pela nova era da ciência e da tecnologia, que poderão alcançar muitos outros campos em breve tempo, em todo o mundo.
            É válido salientar também que as empresas que vêm produzindo com base em nanotecnologia não são apenas de capital aberto, as famosas S.A. existe também um número significativo de empresas de capital fechado, ou seja, as Ltda.
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² Empresa americana de consultoria de negócios voltados para a nanotecnologia
Figura 03- Principais aplicações da nanotecnologia

De acordo com a Lux Capital³, em 2007 o mercado global de nanotecnologia faturou US$ 146,4 bilhões distribuídos regionalmente da seguinte maneira: os Estados Unidos com US$ 59 bilhões, a Europa com US$ 47 bilhões, a Ásia Pacífico com US$ 31 bilhões e o resto do mundo com US$ 9,4 bilhões. Por fim, a Lux Research projetou para o ano de 2010 o faturamento de todo mercado global em cerca de US$ 383 bilhões.


5 O NANOMERCADO TUPINIQUIM


            O estudo mais recente sobre o mercado brasileiro de produtos desenvolvidos com base em nanotecnologia foi realizado pela Diretoria de Inovação e Meio Ambiente do Sistema FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, no qual o Brasil faturou em 2010 R$ 115 milhões em seus produtos originais. Conforme estudo da
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³ Empresa americana de capital de risco, com investimento na física e nas ciências da vida.
Science-Metrix o Brasil ocupa a 25ª posição no ranking mundial de mercados nanotecnológicos.
Segundo o mesmo estudo existem hoje aproximadamente 150 empresas que desenvolvem algum produto ou fazem prestação de serviços com conhecimentos de nanotecnologia. Essas empresas são divididas em três elos, o primeiro são empresas especializadas na produção de nanomateriais, o segundo são empresas que fabricam produtos intermediários e o terceiro elo é composto por empresas que cujo destino de seus produtos é o consumidor final.
A título de exemplificação de inovação brasileira na área se encontra a Boticário, com o cosmético Vitactive Nanoserum Anti-sinais; a Santista com tecidos com características de absorção e secagem mais rápida do suor, resistência a manchas e propriedades antimicrobrianas; a Suzano Petroquímica com um polipropileno com propriedade antimicrobiana; a Suggar, com uma máquina de lavar; a Incrementha, com um anestésico; a Taiff com um secador de cabelos, e outras empresas como a Braskem e a Nanox que possuem diversos projetos em desenvolvimento.
De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia os produtos de nanotecnologia desenvolvidos no Brasil são os seguintes:


PRODUTO
EMPRESA
DESCRIÇÃO
Língua eletrônica
EMBRAPA
Sensor gustativo
Grafite
Faber Castell
Lápis com nanoparticúlas organolépticas adicionadas
n-Domp
Ponto Quântico
Dosímetro de raios UV
Biphor
Bunge
Tinta branca com nanopartículas de fosfato amorfo de alumínio
Prótese arterial
Nano Endoluminal
Endoprótese para cirurgia aórtica
True Life Silpure
Diklatex
Nano partículas de prata aderidas ao tecido
Secador de cabelos
Nanox/TAIFF
Primeiro secador de cabelo desenvolvido à base de nanotecnologia
Sistema de liberação controlada de drogas
Nanocore
Nanocápsulas
Taubarez T 940
Indústrias Químicas de Taubaté
Dispersão aquosa aniônica de copolímero de estireno butadieno carboxilado.
Revestimentos
Nanox Tecnologia S.A.
Revestimentos nanoestruturados
Vivtactive nanoserum antisinais
O Boticário
Nanocosmético
CVantus
CVD
Ponta odontológica ultrassônica constituída de uma pedra única de diamante depositada por CVD
Nanocompósitos de polietileno
Braskem
Nanocompósitos
Tabela 01 – Produtos nanotecnológicos desenvolvidos no Brasil

            Desse modo o Brasil responde por 0,02% de todo o mercado global de nanotecnologia, o que deixa o país em uma situação desconfortável, uma vez que, a situação econômica no cenário mundial é promissora, porém tem deixado a desejar quanto a sua produção de tecnologia de ponta.


6 PERSPECTIVAS PARA O SÉCULO XXI

           
            O que esperar do futuro da nanotecnologia no Brasil? Porventura competiremos de igual com países como os            Estados Unidos, Japão e China líderes mundial das patentes? É difícil de acreditar, porém existem hoje várias medidas que contribuem para o avanço dessa área no Brasil, como a proposta da criação do Instituto de Nanotecnologia Brasil-Argentina, que promoveu uma integração entre as sociedades científicas de ambos os países.
            Outra medida importante é o Programa Nacional de Desenvolvimento da Nanociência e Nanotecnologia, onde são investidos milhões em cooperativas e institutos. Temos também a Nanotech – Feira  de natureza privada com parcerias com o setor acadêmico, institutos de pesquisa e do Governo. No entanto, essas medidas não acompanham o processo global da nanotecnologia, que caminha a passos largos. Nesse sentido questiona-se segundo Henrique A. Toma (2005): Então, será que não haverá futuro para a nanotecnologia brasileira, como aconteceu com a microeletrônica?
            O que deve ser considerado, a princípio, é o fato de que essa revolução tecnológica está em sua fase inicial, o que implica que o governo e os empresários devem mudar a o modo de pensar e investir significativamente na pesquisa a fim de colher os resultados em longo prazo.

Figura 04 – Nanoestruturas

            Nesse ambiente a universidade tem que desempenhar um papel fundamental para a consolidação e ampliação do mercado de nanotecnologia brasileiro, segundo Marcelo Knobel :
Nessa realidade sonhada, o papel da universidade é, justamente, fazer girar toda a engrenagem complexa, formando continuamente profissionais capazes de se inserir em um mercado de trabalho competitivo, realizando pesquisas básicas e aplicadas que gerem novas idéias ainda não imaginadas no âmbito industrial, formando a base sólida para uma sociedade bem implantada na inovação científica e tecnológica. (KNOBEL, 2005).

            Em realidade, para que o Brasil venha ter um desempenho no mercado global de nanotecnologia, que traga para o país uma posição confortável, que demonstre o seu crescimento econômico nos últimos anos, é preciso somar esforços do Governo, dos empresários e da Universidade.


7 CONSIDERAÇÕES FINAIS


            A proposta desse texto é despertar a todos para insignificante participação brasileira no mercado global de nanotecnologia, que vem despontando como o boom das indústrias. Desvendar os mistérios que cercam o nosso nanomercado não nos cabe nesse momento, contudo teceremos algumas considerações.
            Primeiro o Brasil deve se desvencilhar de toda sua carga histórica que predestinou uma sina de país agrícola desenvolvido, primeiro foi a cana-de-açucar, depois veio o café, hoje são os grãos e quando seremos reconhecidos como um país desenvolvido e industrializado?
            Depois deve-se criar programas que de fato modifiquem o atual quadro em que o país se encontra, incentivos as grandes empresas para que invistam em pesquisa acadêmica, pois se a universidade não fizer esse papel, quem o fará?
            Há ainda que aproveitarmos o momento econômico que vivenciamos, recentemente foi declarado que o Risco Brasil está menor que o Risco EUA, o que pode favorecer a nanociência e a nanotecnologia se os investimentos forem canalizados para esse setor.
            Outra idéia é promover um programa conjunto com o BRIC, para acelerar a nanotecnologia nesses quatro países que pode ser liderado pelo Brasil, já que desfrutamos de certo prestígio político internacional.
            Por ora, crendo que o melhor a fazer é desenvolver pesquisas e estudos dentro da universidade com os poucos recursos que são oferecidos, poderia até pensar em uma nanotecnologia alternativa, onde aproveitasse setores do mercado que ainda não são explorados pelas indústrias e que pode vir a dar muito lucro. Devendo portanto serem feitos vários estudos de viabilidade.















REFERÊNCIAS


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